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Finanças pessoais - Gestão: Ser independente financeiramente 

Data: 30/05/2007

 
 

Muitos sonham mas são poucos aqueles que conseguem efetivamente tornar-se financeiramente independentes. Por que?

Há muitas razões, porém certamente uma delas deve ser que uma pessoa jovem, em pleno vigor de sua juventude, sendo saudável, prefere viver intensamente o dia de hoje em vez de programar-se adequadamente para o futuro. Isso não é errado, mas apenas normal.

Isto vale especialmente para um executivo, mas também para qualquer funcionário assalariado razoavelmente satisfeito com seu salário. O mesmo raciocínio vale para o autônomo, cujos negócios vão de vento em popa.

Todas as profissões, funções ou trabalhos, sem exceção, estão sujeitos às grandes mudanças que estão ocorrendo atualmente no Brasil e no mundo. É melhor flagrar-se hoje desta constatação de que isso está acontecendo, do que ter uma desagradável surpresa amanhã quando não se poderá fazer mais nada a respeito!

Quem está preparado para os novos tempos?

Acreditamos que todos, indistintamente, jovens ou pessoas de meia idade deveriam pensar seriamente a respeito do assunto e tomar medidas imediatas a fim de preparar-se para estes novos tempos que já estão nos rondando faz alguns anos.

É interessante observar que algumas pessoas, em decorrência de não terem ainda qualquer respaldo financeiro em determinado momento de suas vidas, são geralmente mais estressadas do que aquelas que já equacionaram razoavelmente estas mesmas finanças.

Repito; muitas pessoas atualmente estão totalmente despreparadas financeiramente para lidar com ocorrências fortuitas e imprevistos que lhes acontecem. Serão reféns e fortemente dependentes de esquemas complicados, caros e às vezes inviáveis, podendo até tornar-se catastróficas em um país onde o peso da dependência do crédito e dos empréstimos é absurdamente oneroso.

Aconselhamos ao bom entendedor a introdução imediata de planos sistemáticos de acumulação de capital e poupança e uma revisão consciente de seus orçamentos domésticos de despesas, para que haja espaço suficiente neles para a introdução de um plano emergencial.

Iniciar um plano preventivo não é tão simples assim, pois mexe profundamente com nossos, muitas vezes, arraigados hábitos. A disposição para alterações profundas na redução de despesas (e aumento de ganhos) também depende muitíssimo de nossas parceiras ou parceiros. Deve haver muita harmonia e vontade de alcançar objetivos delineados de ambas as partes.
 

Alguns obstáculos de ordem pessoal existentes:

     

  • Incapacidade de meditar em profundidade sobre a repercussão futura da não tomada de passos decisivos neste momento.

     

  • Desânimo e falta de visão em relação à conjuntura econômico - financeira atual.

     

  • Considerar mais importante gastar em bens e serviços imediatamente (consumismo), do que guardar uma parcela para imprevistos e emergências.

     

  • Desinteresse ou falta de vocação em participar nos mercados financeiros etc.

 

Alguns obstáculos de ordem externa:

     

  • A dificuldade em encontrar um investimento conveniente que anule os efeitos da inflação, conjugado ao peso dos impostos e taxas de administração embutidos.

     

  • As constantes alterações das regras do jogo em nossa legislação fiscal.

     

  • A falta de transparência de dados concretos recebidos das instituições financeiras a respeito da verdadeira (real) rentabilidade de nossos investimentos.

     

  • Persistência numa verdadeira ilusão de que o Estado Brasileiro vai nos socorrer futuramente, quando estivermos aposentados ou de alguma maneira desabilitados para o trabalho.

 

Alguns conselhos úteis à quem se tocou com o nosso alerta

     

  • Diversifique seus investimentos financeiros entre imobiliários ( sua moradia) e poucos recursos aplicados em outros imóveis. Invista em aplicações de renda fixa e variável.

     

  • Acompanhe de perto a administração de seus bens, exercendo continua e pessoalmente controle administrativo sobre os mesmos.

     

  • Estabeleça metas financeiras viáveis e realistas, mas que ao mesmo tempo façam sentido em relação a sua idade e tempo ainda disponível no mercado de trabalho.

     

  • Lembre-se sempre de que vivemos em um país volúvel em que fortes mudanças podem ocorrer a qualquer momento. Por estas mesmas razões nunca se arrisque demais!


 
Referência: -
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