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Finanças pessoais - As tentações financeiras 

Data: 17/11/2008

 
 

Algumas religiões prevêem, em seus credos, uma relação de vícios que fazem parte dos instintos básicos dos seres humanos e que, portanto, precisam ser identificados e controlados. Os sete peados capitais, como o catolicismo classifica a inveja, a avareza, a soberba, a gula, a ira, a luxúria e a preguiça podem relacionar-se, especificamente, ao dinheiro. Uma pessoa que é tida ou se acha muito devota, por exemplo, quando trata com dinheiro, muitas vezes, transforma-se completamente. O filósofo americano Jacob Needleman acredita que o modo de lidar com o dinheiro explicita o caráter de uma pessoa.

Poucas pessoas convivem, saudavelmente, com o dinheiro. De acordo com pesquisas, apenas uma em cada cinco pessoas sabe lidar com tranqüilidade com o dinheiro, sem deixar-se levar pelas emoções. Os maiores obstáculos, na busca de uma vida financeira mais equilibrada e próspera, são a vergonha de admitir e confessar que estamos sem grana; o medo de sermos rejeitados por familiares, amigos e colegas; e a raiva que nos faz gastar mais do que poderíamos. Isso acontece porque nossa relação com o dinheiro está calcada numa série de crenças, muitas delas equivocadas. São modelos financeiros que aprendemos desde crianças e que, se não forem identificados e substituídos por outros melhores ou, pelo menos, deletados, nos acompanham por toda a vida. Podemos tentar o que for: ler e estudar conceitos em negócios, marketing, vendas, negociação, administração; pedir dicas de especialistas em programas de rádio ou televisão, em jornais, etc., assistir palestras sobre finanças pessoais “ao vivo” ou através do rádio e da televisão; etc. Se nossa caixa de ferramentas interna não for adequada ou, então, se nosso modelo financeiro não estiver ou não for programado para o sucesso, nada do que aprendamos, saibamos ou façamos terá muita importância.

Além de questões emocionais e de sentimentos, cada vez mais percebidas e pesquisadas – por terem decisiva influência no modo como lidamos com o dinheiro –, existem outros fatores que concorrem para nossas dificuldades financeiras:

- cartões de crédito – facilitam a vida das pessoas: são mais aceitos, oferecem maior segurança e comodidade, permitem uma melhor administração das compras; facilitam os saques. As dificuldades começam quando incorremos em alguns erros, como, por exemplo, utilizamos o cartão como forma de financiamento (é uma das opções mais fáceis e, também, mais caras de crédito);

- facilidades de crédito: cheques pré, cartões de empresas, carnês;

- propagandas: querem nos convencer, através da publicidade criativa, inteligente e, muitas vezes, com apelo emocional, de que não poderemos mais viver ou sobreviver sem isso ou aquilo, fazendo-nos gastar, mesmo já inadimplentes;

- não ter nenhuma reservar financeira;

- ignorar a real situação financeira: não ter idéia do quanto deve ou, em pior situação, não se importar com o descontrole financeiro;

- desconhecer ou não acreditar no planejamento financeiro: uma das maiores desculpas ou ilusões é acreditar que com uma renda ou salário maior ou extra todos os problemas financeiros estarão resolvidos. Como diz Lair Ribeiro, “problemas com dinheiro não se resolvem com dinheiro”.

É comum evitarmos tratar de assuntos desagradáveis, em todas as áreas de nossa vida, o que inclui, evidentemente, a financeira. Esse tipo de postura, geralmente, acaba piorando a situação. Caso tenhamos pouco dinheiro, nos julguemos pobres, desprivilegiados, sem sorte, excluídos como alguns gostam de referir-se a algumas pessoas pobres, etc. quanto mais tempo passarmos pensando e falando, repetidamente, a respeito desses rótulos; reclamando das circunstâncias ou dos progenitores; criticando governos e políticos, etc., menos tempo e energia teremos para criar o que efetivamente queremos. Isso aumenta nossa responsabilidade porque podemos atrair tanto coisas boas, quanto ruins. Depende do que ocupamos nossa mente.

A melhora ou recuperação da saúde financeira passa, necessariamente, por

1) um trabalho interno, pesquisando nossa vida financeira, desde os primeiros contatos com o dinheiro; e,
2) trabalho externo, consistindo de ações práticas, como anotar as saídas e entradas de dinheiro; conferir os extratos bancários, elaborar um orçamento, planejar a vida financeira. O cuidado com nós mesmos, além de periódicos exames médicos e odontológicos, dentre outros, deve incluir, também, a nossa saúde financeira. Doenças físicas decorrem, muitas vezes, de preocupações e estresse relacionadas com dívidas que, por sua vez, são o resultado de decisões precipitadas ou equivocadas. Somos livres para gastar o dinheiro que ainda não temos. Só que qualquer liberdade vivida dessa maneira, geralmente envolvendo cartões de crédito, cheques pré, etc., pode ser falsa. Como diz Aldo Novak, o coach mais conhecido do Brasil e autor do livro O Segredo para realizar seus sonhos, “somos livres para escolher, mas escravos das conseqüências”.



 
Referência: gazetadosul.com.br
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