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Imóveis - Obras: vai reformar? Calcule na medida certa o material a ser comprado 

Data: 30/05/2007

 
 

Na hora da reforma, a dúvida é sempre a mesma: quanto realmente gastarei com o material? E a resposta é: depende! Não há dúvidas de que quanto mais detalhada for a obra, maiores serão os gastos, pois a demanda por materiais específicos e mais caros tende a ser grande.

Além da pesquisa de preços, ao comprar itens para uma obra o consumidor deve estar atento à quantidade certa que será necessária de cada produto. Esse planejamento evita não só o desperdício, mas um problema maior: a correria até uma loja no meio do processo ou até a falta permanente de um item - esgotado, diferente do original ou fora de linha.

Se isso acontecer, não só o cronograma atrasará, como o acabamento pode ficar com falhas. Esse é o caso de azulejos, pisos e tintas, que não são semelhantes quando comprados em momentos ou locais diferentes. Isso porque, a cada mistura ou fornada as tonalidades ficam diferentes e alteram o resultado final do cômodo reformado.

Cada um com sua conta
Especialistas indicam a margem média de segurança de 10% ao fazer compras para a reforma ou construção do imóvel. Em outras palavras, este é o percentual de sobra de material aconselhável para garantia a continuidade da obra e de eventuais reparos. Porém, lembre-se que cada elemento tem uma taxa própria de desperdício e variantes.

Os azulejos devem ser comprados e calculados sobre a área real (sem portas e janelas), mas deve-se levar em consideração a estampa de cada peça. Se a composição não for lisa, é bom levar para casa uma sobra maior, já que o gasto para encaixar os desenhos é superior ao que seria desembolsado no caso das peças lisas.

Recomenda-se também que o consumidor leve algumas peças cerâmicas a mais para estocar em casa. Elas serão utilizadas no caso de reparos futuros, em grande parte por problemas hidráulicos. Sem essa reserva será difícil encontrar a mesma peça mais tarde, porque elas saem de linha rapidamente. Existem "museus" especializados, mas o custo geralmente é bastante elevado.

Pisos
Na hora de escolher o piso frio para um cômodo, é bom ter em mente que, quanto maior a peça, maior a perda. Isso porque o material tem que ser recortado para seguir os desvios do chão.

Se a colocação do piso for realizada em diagonal a quantidade de material utilizado sobe e a margem de segurança também. Aqui também vale um estoque de pelo menos uma caixa para manutenção futura. O rodapé, por sua vez, se feito do mesmo material, terá que ser calculado a parte.

Cimento fica "velho" rápido
O problema na compra do cimento não está em sua reposição, mas sim em sua vida útil. Como na maioria dos locais de obra a armazenagem não é ideal, o pó começa a empedrar em cerca de 15 dias.

A dica é, portanto, comprar os sacos a cada duas semanas de uso para não perder material. Quando há boas oportunidades de se comprar o produto por um preço menor, é comum estocar cimento na obra. Entretanto, a perda pode surgir em pouco tempo e a economia irá por água abaixo.

Tinta: fórmula ajuda no cálculo
O rendimento de uma lata de tinta varia bastante entre as marcas, porosidade da parede e o tipo (PVA, acrílica, elástica, epóxi etc).

O fabricante costuma informar quantas demãos em média são necessárias para cobrir uma superfície com respectivo produto, mas uma fórmula padrão pode servir como base de cálculo. O consumo dos galões deve ser igual ao resultado da multiplicação da metragem pelo número de demãos dividido pelo rendimento informado pelo fabricante.

No caso de cores feitas em misturadores, deve-se somar ao resultado do cálculo mais 10% para evitar que o produto acabe antes do serviço ser finalizado. As misturas feitas fora de fábrica dificilmente ficam na mesma tonalidade.

Opinião de quem entende
É claro que nenhuma das dicas que demos aqui são totalmente seguras. Quem já esteve envolvido em algum tipo de obra sabe que os gastos extraordinários são quase impossíveis de serem evitados. O que se pode alcançar é uma economia considerável sobre este valor tomando as medidas corretas.

Assim, ouvir a opinião de quem entende do assunto é sempre aconselhável. Procure engenheiros ou arquitetos de confiança que certamente irão ajudá-lo no que for possível. Acredite na experiência destes profissionais e verá o reflexo no seu bolso. Boa sorte!



 
Referência: Álamo Construtora
Aprenda mais !!!
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