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Negócios / Empreendedorismo - Hotelaria hospitalar gera oportunidades nos setores de turismo e saúde 

Data: 02/03/2011

 
 
Viajar para buscar um tratamento de saúde adequado e eficiente é uma prática que aumenta não só no Brasil, mas também em todo o mundo. Embora não existam estatísticas oficiais das entidades de turismo e do governo, um levantamento da Deloitte Center for Health Solutions aponta que, entre 2007 e 2009, foram cerca de 180 mil visitantes estrangeiros no Brasil buscando tratamentos médicos.

O volume parece alto, mas, na Tailândia, apenas em 2007, esse número chegou a 1,2 milhão - prova de quão subaproveitado é o mercado brasileiro.

Neste cenário, o Brasil desponta – pelo crescente reconhecimento a suas instituições médicas, e também, pelo baixo custo que cirurgias e internações têm aqui na comparação com procedimentos equivalentes na Europa e Estados Unidos. Os norte-americanos são o público que mais busca o Brasil para os tratamentos atualmente.

Oportunidades
Mesmo com grandes possibilidades de mercado, no entanto, ainda são poucas as instituições, empresas e executivos que apostam nesse mercado no País.

Uma delas é Sonia Watanabe, que, ainda em 1993, fundou a Hospitalité Consultoria e Assessoria Ltda, empresa focada em prestar ensino, pesquisa e desenvolvimento em hospitalidade nos serviços de saúde.

Nos quase 18 anos da companhia, Sonia viu o setor crescer e se profissionalizar no Brasil. No ano passado, cinco dos melhores hospitais do Brasil - Albert Einstein, Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz, Samaritano e Hospital do Coração - uniram forças para garantir uma fatia do mercado mundial de turismo médico. No Brasil, são 22 instituições acreditadas pela Joint Comission International.

Mesmo assim, segundo a especialista, ainda há muito a fazer. “Infelizmente, eu percebo que as indústrias ligadas ao setor não estão totalmente preparadas para atender à demanda do segmento. Poucas agências de viagens, por exemplo, oferecem serviço completo de recepção do turista no aeroporto até acompanhamento ao consultório e internação”.

Ao mesmo tempo, alerta Sonia, o mercado está repleto de oportunidades para quem quiser empreender, já que há poucos setores voltados para a necessidade dos turistas que vêm ao País buscar atendimento. “É um perfil de turista que vem preparado para enfrentar questões mais delicadas e não mede esforços e, muitas vezes, custos, para sair com o resultado esperado”, analisa. Segundo dados do setor, a cada US$ 1 gasto pleo paciente internacional em medicina, US$ 8 são gastos com turismo.

Sonia lembra também que turismo médico e hospitalidade não estão ligados apenas à relação entre médico e paciente e o tratamento realizado. “Para desenvolver um sistema adequado, é necessário atuar na contratação de profissionais, treinar equipes, adequar a arquitetura, ajustar a tecnologia, como rede Wi Fi e acesso a notebooks e TVs a cabo, gerenciamento do serviço de alimentação e cuidados adicionais”, lista a especialista.

Perfil
O Centro Universitário Senac-SP (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) também aposta no segmento como boa oportunidade de mercado. Prova disso é a oferta da pós-graduação em Hotelaria Hospitalar, um dos poucos cursos na área no País, que começou a ser ofertado recentemente.

Na grade estão disciplinas ligadas à gestão de saúde, receptividade, administração de pessoas, visão gerencial e inserção dos conceitos de padronização já usados amplamente na rede hoteleira na administração de hospitais.

O professor da graduação tecnológica em Hotelaria do Senac, Márcio Parreira Stetner, aposta que o setor deve crescer de forma ainda mais expressiva nos próximos anos, gerando oportunidades para os profissionais e investidores da área. “À medida que mais hospitais conquistam certificações internacionais, agências exploram o turismo médico e instituições na área de saúde atentam para a necessidade de trabalhar melhor a receptividade, novas frentes de negócios devem ser abertas”, explica.

É um ciclo. A profissionalização estimula a melhoria do atendimento, que, por sua vez, atrai mais pacientes para tratamento em solo brasileiro.

Na avaliação do professor, a divulgação dos serviços oferecidos no Brasil pode alavancar o fluxo de turistas buscando atendimento em saúde. “Ainda falta um pouco de ação, divulgação desse mercado no exterior, para apresentar as potencialidades que o País tem”, afirma o especialista.

Algumas iniciativas isoladas já surgiram dentro desse contexto. A São Paulo Turismo lançou recentemente o “São Paulo Saúde – Guia de Turismo Médico, Bem-estar e Qualidade de Vida”, com informações sobre os principais hospitais, clínicas, laboratórios e agências de turismo receptivo que trabalham no setor.


 
Referência: InfoMoney
Autor: Equipe InfoMoney
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