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Empréstimo / Financiamento - Como evitar problemas com crédito em caso de desemprego ou morte 

Data: 29/07/2010

 
 
Seguro prestamista leva a pequena elevação do custo do empréstimo, mas deixa o tomador preparado para eventualidades

Quando acionado, o seguro quita, imediatamente, parcelas pendentes de créditos

Ao financiar o pagamento de um imóvel em 15 anos, por exemplo, é preciso, ter garantias de que as parcelas serão quitadas mensalmente sob o risco de perder o bem. Antes de assinar o contrato para tomar o empréstimo do banco, é necessário saber que se trata de um compromisso de longo prazo que precisará ser cumprido independentemente das condições financeiras atuais ou futuras da família.

Em geral, o banco só vai liberar um empréstimo para pessoas que comprovarem capacidade de pagamento. O problema é quando, no meio do caminho, alguma coisa acontece e impede que esse mesmo indivíduo possa arcar com as dívidas. A pesquisa semestral realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) sobre o perfil do inadimplente mostra que o desemprego é a principal razão para alguém deixar de pagar suas dívidas. A situação pode se tornar ainda mais complicada em caso de invalidez ou morte do chefe da família.

Uma maneira de garantir o bem estar financeiro das pessoas mais próximas quando em uma situação de morte ou invalidez permanente, acidental ou por doença, é contratar um seguro prestamista. A pessoa que tomou a precaução de contratá-lo poderá acioná-lo na ocasião desse tipo de eventualidade e terá quitada toda sua dívida imediatamente. Dessa forma, a possibilidade de ver a casa onde vive ou o carro que dirige retomado pelo banco é nula. Caso opte por não contratar o seguro, entretanto, o que resta da dívida poderá ser passado a herdeiros, por exemplo.

Além de ser interessante para indivíduos cautelosos que tomam empréstimos, esse tipo de seguro também garante ao banco que concedeu o crédito o pagamento de todas as parcelas da dívida. A taxa do pagamento do seguro é embutida nas parcelas do financiamento a cada mês. A porcentagem do seguro fica cada vez menor, pois o saldo devedor do consumidor também diminui. Em média, a porcentagem do valor de um seguro prestamista fica em torno dos 0,03% ao mês.

Segundo números do site Tudo sobre Seguros, iniciativa da Escola Nacional de Seguros, o seguro prestamista custa em torno de 3% do valor pago pelo bem. Pode parecer um grande acréscimo nas parcelas do crédito, mas como os riscos da inadimplência são menores, os bancos muitas vezes também cobram menos juros do tomador que contrata o seguro - diluindo parte desse custo.

Para as financeiras, o seguro prestamista é uma garantia de repasse de dívida, o que pode tornar as condições de pagamento mais flexíveis para o consumidor no momento de negociar os termos do contrato. Os clientes, por sua vez, podem ter maiores e melhores opções de pagamento, explica André Massaro, especialista em finanças pessoais do MoneyFit. Ele ainda enfatiza que, o ideal é nunca contrair uma dívida, mas caso seja inevitável, a melhor estratégia é garantir os pagamentos de todas as parcelas envolvidas.

Tipos de cobertura

O seguro prestamista inicialmente tinha como principal objetivo cobrir casos de sinistro, como morte e invalidez. No entanto, outras eventualidades também podem ser cobertas, como o desemprego involuntário ou a perda de renda do autônomo, por exemplo.

As taxas dessa modalidade de cobertura, porém, são muito maiores, esclarece Henrique Berardinelli, superintendente da Escola Nacional de Seguros. Ele afirma que essa é uma opção interessante para os trabalhadores autônomos, que têm mais chances de perder renda temporariamente.

Outra variação do seguro prestamista é o que cobre eventuais sinistros de marido e esposa. Caso haja problema com qualquer uma das duas partes, o seguro cobrirá a dívida. A modalidade é especialmente interessante para quem depende da renda total da família para arcar com o custo do empréstimo.

Existem ainda duas formas de pagamento para os beneficiários. O seguro pode cobrir o saldo devedor - ou o que resta da dívida. E também pode cobrir o valor total inicialmente emprestado. "Supondo que o capital segurado seja o valor total do empréstimo, em caso de sinistro a seguradora quita a dívida e ainda repassa a diferença ao beneficiário da apólice",  esclarece Almir Ribeiro, superintendente atuarial da Marítima Seguros.



 
Referência: Portal Exame
Autor: Gabriela Ruic
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