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Carreira / Emprego - Habilidade em administrar mudanças - Qual a base de sustentação? 

Data: 24/04/2010

 
 
Que o compartilhar desta breve reflexão possa expressar aos leitores a satisfação frente às experiências, angústias e desafios vivenciados em nossa trajetória profissional, no processo de formação de líderes e gestores dentro das empresas.

Ao longo desses anos observei que a formação profissional de um gestor de deve ser sustentada por um tripé: conhecimento do negócio , conhecimento de práticas de recursos humanos, sobretudo a gestão de conflito no grupo e habilidade em administrar mudanças.

Optei por refletir, neste espaço, sobre algumas considerações importantes no processo de motivação de pessoal e mudança ou inovação pessoal e, conseqüentemente, organizacional.

O profissional direcionado, motivado, é aquele que possui consciência de sua missão e propósito de vida, conhece suas paixões e valores, é dotado de foco e clareza existencial. Isto porque motivação precisa se transformar em inspiração, algo que flui de dentro, uma meta do próprio indivíduo. Já o talento é dom característico de cada ser humano. É o que imprime a sua marca na construção do seu legado. Talentos precisam ser descobertos, abraçados e desenvolvidos. Mas isso requer paciência e perseverança.

O processo de gestão é um desafio constante, tanto pela complexidade da natureza organizacional quanto dos fins institucionais. Portanto, é de extrema importância que o líder tenha perspectivas para a efetiva melhoria de resultados – pessoais e organizacionais –, mas saiba equilibrar as demandas em sua equipe.

A ausência de resultados pode causar a desmotivação, que surge diante do estresse, das crises externas, de fatores que não se pode controlar no ambiente organizacional. Por isso, os propósitos e a visão de futuro precisam estar sempre à frente. Nem sempre podemos ser motivados, mas sempre podemos ser inspirados!

A empresa e seus gestores, juntos, devem estar perfeitamente encaixados e coordenados em atividades e metas que atendam igualmente aos interesses de todos.

Tais transformações, que podem ser encaradas como fruto dos movimentos de revolução da dinâmica humana, chegam ao ambiente das organizações através de discursos voltados para transparência, parceria, negociação, consenso, participação etc., afetando diretamente as relações pessoais e profissionais, colocando em discussão o contexto funcional da empresa e seus resultados de negócio, levando-a a ter que reconhecer, desenvolver e manter um quadro de profissionais à frente de um efetivo processo de evolução técnica, cultural e social.

Diante desses elementos, o papel do líder adquire novas dimensões, pois são as pessoas em posição de liderança que deverão desenvolver o esforço empreendedor de uma permanente auto-renovação organizacional, uma vez que a busca constante da excelência tem exigido um ambiente gerenciado com competência, a fim de se obterem maiores certezas e melhores informações e resultados, o que é possível através do autoconhecimento e do conhecimento da organização.

Passemos agora a refletir sobre o segundo fator, a inovação, elemento facilitador no processo de renovação organizacional.

Qualquer instituição é uma instituição social, admitida e credibilizada pela sociedade para cumprir determinados papéis. Se não os cumpre, não há razão de existir. Para isso, é preciso que líderes e gestores se comprometam a mudar, influenciando assim a mudança de seus colaboradores.

Existe uma vasta literatura a respeito da afamada resistência à mudança, e o diagnóstico é variado. Seja como for, alguns fatores pesaram contra as mudanças pretendidas para a instituição contemporânea:

  • Nosso sistema nunca demonstrou uma queda especial em relação a como fazer mudanças pessoais, organizacionais, governamentais e sociais.
     
  • Sempre é mais fácil fazer as coisas como sempre as fizemos durante a vida toda. Aprender e reaprender exigem investimentos de tempo, esforço, além de apresentar custos econômicos e a possibilidade de ser estressante. As instituições preferem não pensar nisso.
     
  • Qualquer mudança rompe com as rotinas, subverte relações conhecidas e nos atira, em maior ou menor grau, rumo ao desconhecido.


 
Referência: Administradores.com
Autor: Maria Carmem Tavares
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