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Carreira / Emprego - Carreira exige dinamismo 

Data: 13/11/2008

 
 

O mercado de trabalho muda o tempo todo. Para quem atua na área de mídia digital, porém, a velocidade com que as coisas acontecem chega a ser espantosa. “Criamos e desenvolvemos peças, campanhas e projetos voltados para plataformas eletrônicas como internet e celular”, explica o sócio da Enken, agência especializada em mídia digital, David Reck.

“É tudo extremamente dinâmico, pois as tecnologias estão sempre evoluindo. Novos produtos surgem e outros se tornam obsoletos constantemente”, afirma.

No primeiro semestre de 2008, a internet movimentou R$ 321 milhões, o que corresponde a cerca de 3,5% do total do bolo publicitário, praticamente o mesmo valor do que foi investido nos canais de TV a cabo. O crescimento total do valor investido em mídia digital neste ano deverá ser 70% maior em comparação a 2007.

Isso faz com que haja uma verdadeira disputa por profissionais qualificados na área, como programadores, diretores de arte entre outros (confira tabela com funções nesta página). “A demanda é enorme, pois portais e agências pequenas ou grandes estão acordando aos poucos para essas possibilidades e precisam de assistentes, analistas, diretores, coordenadores e especialistas”, afirma o diretor comercial da Mídia Digital e professor de MBA da Fundação Instituto de Administração (Fia), Alejandro Dicovsky.

Investimento seguro

O resultado é uma alta rotatividade dos profissionais nas empresas e salários bem acima da média. “Existem pessoas que em apenas dois anos e meio aumentaram os salários em até sete vezes.É comum encontrar jovens entre 25 e 35 anos em cargos de grande responsabilidade e alta remuneração dentro das agências”, revela o diretor de Business Intelligence da Direct Performance, Tiago Turini.

De acordo com ele, para suprir a falta de mão-de-obra, garantir a qualidade do trabalho e evitar os salários inflacionados, a saída é o treinamento interno. “Demoro em torno de seis meses para formar um profissional, mas a prática tem compensado. Dos 21 funcionários que tenho hoje, 14 foram 'feitos' aqui.”

A empresa de Turini atua em uma outra vertente da mídia digital, especializada em transformar números e estatísticas em informação, monitorando, analisando e otimizando campanhas feitas online. “As ferramentas atuais permitem um controle total e imediato dos resultados de determinada ação”, ressalta o diretor executivo da Interactive Advertising Bureau, Ari Meneghini.

Assim, ele acredita que, mesmo em meio à atual crise, a publicidade e o desenvolvimento de produtos continuem ganhando força na mídia digital. “Os erros podem ser corrigidos na hora, e o investimento é direcionado de forma mais segura”, garante.

Dicovsky concorda: “A mídia digital seguramente continuará crescendo pelos próximos dez anos, independentemente dos últimos acontecimentos na economia global. As oportunidades e a complexidade só aumentarão”, afirma, ressaltando a importância da explosão da Web 2.0 (com interatividade dos usuários) em blogs, fóruns e redes sociais.

Capacidade de aprender

A quem pretende aproveitar o bom momento do segmento para conseguir uma colocação no mercado de trabalho, os profissionais aconselham muito estudo, seja nos cursos especializados que estão começando a surgir ou até mesmo por conta própria, e uma atitude proativa.

“Mais do que currículo, avaliamos o portfólio do candidato”, afirma Reck, da Enken. É indispensável, portanto, que a pessoa se aventure em pequenos projetos, com ferramentas variadas, para ter o que mostrar.

Para Turini, o profissional ideal precisa estar sempre atualizado e ter grande capacidade de aprender. “Daqui a dois anos, o que fazemos hoje não existirá mais. Não basta conhecer as atuais tecnologias, mas ter capacidade para dominar as que surgirão.”

Alexandre Carneiro é um exemplo típico do fenômeno que vem acontecendo na área. Com 25 anos, ele responde pelo cargo de coordenador de tecnologia. Mesmo com a pouca idade, ele já tem uma experiência considerável no mercado e chegou a abrir sua própria empresa.

“Desde criança sou fascinado por tecnologia e comecei a aprender e a criar sozinho”, conta. Hoje, à frente do departamento em uma agência, ele faz a ponte entre as áreas de criação e TI. “O diretor de arte cria e planeja a ação e meu trabalho é fazer isso chegar de maneira acessível ao mercado, de forma leve e dentro dos padrões”, afirma.

Formado em engenharia da computação, ele acha importante que o interessado na área tenha uma graduação superior. “Embora existam muitos autodidatas no mercado, acho necessário desenvolvermos também uma visão de negócios.”

Para Alexandre, é natural que os mais jovens dominem a área de mídia digital, pois esta é uma geração que cresceu mexendo por lazer com internet, programação e tecnologia. “O pessoal que já atuava com as mídias tradicionais não estava atento a todas essas mudanças”, pondera. “Em informática tudo é muito rápido, inclusive o desenvolvimento da carreira”, conclui.



 
Referência: O Estado de S.Paulo
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