Clique aqui para ir para a página inicial
 

Pular Links de Navegação
»
Home
Contato
Calculadoras
Consultoria
Conteúdo
Cotações
Perfil/Testes
Serviços
Parceiros
Mapa site
[HyperLink1]
Cadastrar
 
    
Assuntos

Total de artigos: 11132
    

 

 

Carreira / Emprego - Diferentes percepções ocasionam erros na avaliação de desempenho 

Data: 09/09/2008

 
 

É comum ocorrerem erros na avaliação de desempenho de um funcionário por conta de distorções. O diretor do grupo AncoraRh e autor do livro "Seleção e Entrevista por Competências com o Inventário Comportamental", publicado pela editora Qualitymark, Rogerio Leme, explica que essas distorções são as diferentes percepções que as pessoas têm sobre um mesmo fato.

"Para exemplificar, vejamos a definição da palavra comportamento: 'comportamento é o conjunto das reações que podem ser observadas em um indivíduo'. Assim, comportamento não é o que eu faço, mas sim o que os outros vêem daquilo que eu faço. E, por isso, uma determinada forma de agir pode ser adequada para alguns e inadequada para outros. Portanto, um processo de avaliação de desempenho tem como etapa fundamental a sensibilização do que será avaliado e como".

Tendência natural ao equívoco
A boa notícia é que é possível, para os líderes, reduzir as distorções na hora de avaliar um funcionário, fugindo da subjetividade. Mas é uma missão quase impossível ser completamente imparcial. Explica-se: existem dois tipos de avaliação, a qualitativa e a quantitativa. A primeira expressa um julgamento de valor, como a qualidade da execução de uma tarefa, o empenho do funcionário ou sua qualidade técnica.

Já a avaliação quantitativa é expressa em valores mensuráveis e que podem ser comprovados, sem margem para discussão. Em outras palavras, ela trata dos resultados atingidos. "Quando falamos do desempenho de um funcionário, precisamos de fatores quantitativos e qualitativos", garante Leme.

Isso significa que uma avaliação completa e eficaz não pode ser feita sem os fatores subjetivos. Conseqüentemente, haverá sempre distorções. "No entanto, é necessário ter instrumentos de avaliação que reduzam as distorções e a subjetividade, fazendo com que a avaliação seja mais justa e realista", sublinha.

Ainda segundo ele, há uma tendência natural de cometer equívocos na avaliação, pois o ser humano costuma levar os fatos para o lado pessoal. "Na realidade, o que deve ser considerado é o que de fato é necessário para a empresa", pondera.

Fugindo das distorções
Leme ressalta que, para reduzir a subjetividade, é necessário estabelecer critérios observáveis e mensuráveis, para que estes sejam interpretados segundo a visão da empresa, e não do líder. "Não interessa minha percepção pessoal de um funcionário. No momento da avaliação, é necessário ver com os olhos da organização". Com essa atitude, o avaliador acaba "enganando" as próprias crenças e percepções.



 
Referência: InfoMoney
Autor: Karin Sato
Aprenda mais !!!
Abaixo colocamos mais algumas dicas :

Assunto:Perguntas:
Economizar / PouparEconomizar um pouco no dia-a-dia pode fazer a diferença no final do mês
Finanças pessoaisSeu dinheiro: o que é falso ou verdadeiro quando o assunto é herança!
Negócios / EmpreendedorismoTrabalho: canais de comunicação interna dividem opiniões de especialistas
Carro / VeículoAmortecedores recondicionados: o barato que pode sair caro
Finanças pessoaisMilionário da noite para o dia? Veja o que fazer com os R$ 30 milhões da Mega-Sena
Carreira / EmpregoEntrevista por competência está cada vez mais presente nas empresas
Modelos de documentosCarta - Aumento decorrente de mudança de faixa etária de Assist. Médica
Negócios / EmpreendedorismoComo fazer o Planejamento Estratégico do Negócio do seu Plano de Negócios
Modelos de documentosInformando ao Banco, Sobre Extravio de Cheque
Finanças pessoaisNa hora de ajustar suas finanças, priorize abater dívidas a investir