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Seguros - Forma de pagamento pode gerar economia de 5% no valor final 

Data: 30/05/2007

 
 
Quem quer contratar um seguro sabe que diversos fatores influenciam no preço da apólice, como a empresa contratada, o perfil do usuário, o tipo de bem que será protegido. Além disso, a forma de pagamento também acaba modificando o valor final. Pelo menos é isso o que afirma o diretor vice-presidente da Indiana Seguros, Claudio Afif Domingos.

De acordo com Afif, dependendo da opção, o prêmio (preço) pode subir até 5%. "Por isso, o consumidor deve ficar atento: essa diferença poderia ser utilizada para incluir outras coberturas ou até mesmo quitar o seguro de sua residência", afirmou.

Automóvel x residência
Esses 5% podem parecer pouco para a pessoa que não faz uma análise mais aprofundada. No entanto, de acordo com perfil escolhido pela Indiana, um segurado homem, com 38 anos, proprietário de um Vectra 2002 e residente em Belo Horizonte, pagará R$ 2.641 pela apólice anual do carro.

Se esse cliente morar em um apartamento de R$ 100 mil, com coberturas básicas (incêndio, raio e explosão) e R$ 5 mil de garantia, no caso de roubo de bens, pagará pelo seguro residencial anual um prêmio médio de apenas R$ 93,10 - ou menos de 5% do valor do seguro do veículo.

"Aconselho o consumidor a questionar e pesquisar qual a melhor forma de pagamento, de preferência orientado por um profissional de sua confiança", concluiu o diretor.

Formas de pagamento
De acordo com a Indiana, as principais formas de pagar seguros são:
 
  • À vista: nesse caso, deve-se observar se há descontos reais. Caso não haja distinção de preço, é melhor que o consumidor parcele no maior número de vezes, até o limite em que incida a cobrança dos juros explícitos;
     
  • Mensalidade: só deve ser utilizada caso o consumidor realmente não possa pagar o seguro à vista ou com um parcelamento pequeno, já que o valor pago no final será maior;
     
  • Débito em conta corrente: optando por esse tipo de pagamento, os juros podem ser menores, uma vez que a probabilidade de inadimplência é menor. Por outro lado, a pessoa precisa se planejar para garantir que haverá saldo suficiente para arcar com o débito - sem dinheiro, a instituição não paga a conta e a apólice pode ser cancelada;
     
  • Prazo de cobertura superior a um ano: esses contratos são usados para carros financiados em longo prazo e permitem que o preço do seguro seja incluído nas prestações do financiamento. Ao financiar o seguro em conjunto com o veículo, os juros cobrados pelas financeiras costumam ser menores que os das seguradoras. Além disso, o segurado fica livre de eventuais reajustes no valor do prêmio, assim como uma elevação automática em sua classe de bônus.


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