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Salário e negociação na carreira - Empresa, funcionários e benefícios! 

Data: 17/09/2007

 
 

Férias, 13º salário, vale-transporte, insalubridade e creche. Estes são apenas alguns dos benefícios conquistados, ao longo de vários anos, pelo brasileiro e que hoje, são considerados obrigatórios pela Legislação Trabalhista. E quando as empresas oferecem benefícios espontâneos a exemplo do auxílio-alimentação, auxílio-moradia, planos de saúde ou previdência privada? Que reflexo estes benefícios podem exercer sobre os empregados e patrões?

Este é um assunto que merece atenção e interesse dos profissionais da área, uma vez que estão diretamente relacionados ao Departamento de Recursos Humanos. "Acredito que seja imprescindível que as empresas ofereçam benefícios espontâneos, principalmente àqueles funcionários de baixa renda, como ocorre em nosso país, onde existem tantas carências nas áreas de saúde, educação e transporte". Quem manifesta esta opinião é Roseli Manske Scholz, consultora interna de RH da Busscar Ônibus S.A. Para ela, o trabalhador beneficiado sente-se mais seguro, amparado e dessa forma pode retribuir com qualidade e índices altos de produtividade.

Já para Alexis Anastassakis, assistente de RH da Infoglobo Comunicações Ltda., é fundamental que o conceito de benefícios seja parte integrante da remuneração total da empresa. Segundo ele, é preciso que haja uma mudança na cultura paternalista, abandonando-se a idéia de que os benefícios são apenas uma obrigação legal do empregador, passando-se a encará-los como uma necessidade vital da empresa para atrair e reter os talentos existentes no mercado de trabalho.

- Gostaria de destacar que os profissionais de RH devem ter muita criatividade, para que sejam negociadas permutas, convênios e facilidades para se oferecerem benefícios diferenciados como previdência privada, bolsas de estudos para contínuo desenvolvimento de uma segunda ou terceira língua, além de programas como auxílio-moradia e até mesmo convênios com clubes, academias de ginástica e programas de descontos em medicamentos, dentistas e óticas, cita Anastassakis.

Quem tem uma visão ampla sobre a questão de benefícios, principalmente os espontâneos, é Clélia Martins – gerente de RH da Cyanamid Química do Brasil. Em 1988, ela participou da estruturação de um departamento de benefícios de uma grande empresa multinacional americana e observou, que naquela época, existia uma busca incessante para se desenvolverem benefícios como auxílio-alimentação, cesta básica, seguro saúde, auxílio funeral, prêmios por reconhecimento, entre outros. As empresas, explica Clélia, eram classificadas pelas quantidade de benefícios que concediam e que estas recebiam constante pressão dos sindicatos, que a cada ano, incluíam mais um benefício no rol dos já mencionados.

"Na minha percepção, hoje as pessoas buscam empresas onde possam crescer profissionalmente – fazer carreira, querem ser reconhecidas por seus valores e desempenho. Os trabalhadores procuram espaço para a criatividade, precisam de oportunidades para discutirem suas avaliações com dignidade e abertura", comenta. Outro ponto que a gerente de RH destaca, é a importância da área de treinamento neste momento, uma vez que é dentro dela que o funcionário desenvolve-se e se prepara para novos desafios.

"Nas empresas, a área de benefícios deve estar enfocada no desenvolvimento de programas de prevenção do uso de drogas e de álcool, apoio para doenças cardiovasculares e diabetes, programas de ginástica, horário flexível, disponibilização de facilidades para o trabalho virtual, treinamento via Internet, de forma a minimizar os custos advindos da falta de prevenção nos planos de saúde e incremento da qualidade de vida de seus funcionários", conclui Martins.



 
Referência: rh.com.br
Autor: Patrícia Bispo
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