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13° salário - Use o 13º para começar o ano novo sem dívidas 

Data: 30/05/2007

 
 
Não há investimento melhor para o salário extra do final do ano do que usá-lo para quitar dívidas que cobrem juros superiores aos atuais.

É aconselhável aos inadimplentes a reservar a primeira parcela do 13º salário para renegociar as dívidas. E ainda recomenda pagar as contas sem se endividar novamente. Quem tem dívidas, deve aproveitar as diversas opções oferecidas pelas financeiras, lojas e bancos, como o alongamento dos débitos, o desconto para quitações à vista e o abatimento nas taxas de juros e nas multas, para saldar seus débitos. Uma boa negociação pode garantir descontos progressivos no principal da dívida e ainda permitir a retirada do nome dos cadastros de inadimplentes.

Para aproveitar a maior flexibilidade de lojas e financeiras para negociar, na tentativa de recuperar créditos, os endividados devem fugir das tentações do comércio. O 13º salário injetará R$ 48 bilhões na economia. Mas não precisam ser gastos. Os brasileiros com débitos no cheque especial, em cartão de crédito, em empréstimos pessoais ou prestações em lojas, devem se empenhar para colocar as contas em dia. A partir do momento em que conseguir renegociar a dívida, você já pode exigir que seu nome seja excluído dos cadastros de inadimplentes.

Para essa renegociação, o devedor deve procurar o credor e pedir por escrito um detalhamento da dívida, com os juros de mora e por atraso, e multas. Dependendo da situação não é preciso se valer de intermediários para a renegociação. As empresas especializadas em renegociação de dívida e cobrança ganham um percentual sobre o valor a ser pago pelo devedor, e têm interesse em cobrar o máximo possível do consumidor.

Ao fechar um acordo, o consumidor precisa ter cautela para não assumir um valor que não possa pagar, comprometendo o orçamento familiar, sem resolver o problema. O ideal é negociar prazos maiores e juros menores. O descontrole financeiro, muitas vezes, é motivado pelas facilidades do crédito em situações em que o consumidor não planeja os gastos. No cartão de crédito, por exemplo, há quem pague somente o valor mínimo da fatura, financiando o restante, o que transforma a dívida em uma ‘bola de neve’, que só aumenta.

Nesse caso, a algumas empresas recomendam a obtenção de um empréstimo pessoal, com prazo mais longo e prestações menores, para quitação integral da fatura. Mas a pesquisa de juros dos empréstimos é fundamental para que se resolva a questão. As decisões de consumo não-prioritárias devem ser proteladas até a renegociação da dívida. Quem está endividado, deve ter como meta a reestruturação do orçamento doméstico. Com uma idéia mais clara das despesas e do potencial de economia mensal, terá mais condições para renegociar.



 
Referência: -
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