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Ações / Bolsa de Valores - Dever dos pais: como inserir seu filho no universo da bolsa? 

Data: 06/08/2010

 
 

Próximo ao Dia dos Pais, além de falar em agradecimentos e presentes, é momento de discutir também os deveres de quem está nesta posição. E, entre eles, está o de ensinar aos filhos sobre a importância de investir, inclusive na bolsa de valores. Mas como introduzi-los neste universo?

Para o diretor da Easynvest, plataforma de negociações pela internet da corretora Título, Amerson Magalhães, muitos pais não tratam do assunto com os filhos por uma questão histórica. “O pai de hoje não teve a cultura de bolsa de valores. Ela passou a ser mais discutida a partir de 2000, quando houve queda do juro, aumento da rentabilidade da bolsa e melhora da economia”, explicou.

Porém, a tendência é de que, com mais pessoas participando do mercado, os pais passem cada vez mais a discutir o assunto com os filhos. A BM&F Bovespa espera atingir a marca de 5 milhões de pessoas físicas atuantes no mercado em cinco anos. Para isso, os pais também podem ajudar, introduzindo os herdeiros no assunto, mas a grande dúvida é: como fazer isso?

Bolsa para menores
Segundo o professor do Seu Consultor Financeiro e analista-chefe da Walpires Corretora, Leandro Martins, adolescentes na faixa de 14 e 15 anos já podem ter os primeiros contatos com o mercado de ações, para que tenham alguma experiência com a bolsa de valores quando conquistarem o primeiro emprego.

Desta forma, o jovem começaria a operar por volta dos 18 anos, idade que é defendida também por Magalhães. “Mas o básico da educação financeira pode ser ensinado antes. Para a bolsa, é preciso mais maturidade”, ressaltou. De acordo com ele, todo o aprendizado demanda interesse e dedicação por parte do jovem, que deve entender que a bolsa não é um cassino.

É preciso ensinar aos filhos o que são as ações e qual o papel das empresas no mercado. Ainda sobre os conceitos que devem ser passados aos jovens, Martins ressalta o de investimento programado. “Na parte operacional, um pouco de simulação será necessário”, disse.

Ferramenta
Sobre a ferramenta a ser usada para introduzir os filhos no mercado da bolsa de valores, existem clubes de investimento, fundos de investimento e também o próprio home broker.

Em relação ao clube, trata-se de uma aplicação criada por um grupo de pessoas que desejam investir seu dinheiro em ações. Ele pode ser criado por empregados ou contratados de uma mesma entidade ou empresa ou ainda por um grupo de pessoas que têm objetivos em comum, como professores, donas de casa, médicos, aposentados e também jovens.

“Acho interessante essa modalidade, pois os membros trocam análises e experiências", disse Martins. “Nele, a decisão é conjunta. Por mais que o jovem julgue, a decisão não é só dele”, completou Magalhães, sobre o fato de haver discussão que permita o aprendizado nos clubes de investimento. Um ponto negativo do clube, porém, de acordo com Martins, é o fato de ser um pouco limitado em suas estratégias.

Exatamente por não ter discussão é que os fundos, na opinião dos entrevistados, não é uma boa forma de introduzir os jovens no universo da bolsa. Isso porque ele não participa da gestão e, por isso, não forma um aprendizado. Apenas acompanha a rentabilidade para ver se o fundo em que está tem sido vantajoso.

Os fundos funcionam como uma espécie de condomínio de recursos individuais de pessoas físicas ou jurídicas. Na maioria dos casos, são como um condomínio aberto, sem limite máximo de participantes, administrados com a finalidade de aplicar estes recursos no mercado e maximizar o retorno para o investidor. Mas, em alguns casos, podem ser fechados, quando não permitem saque a qualquer momento, e o investidor deve manter a aplicação por um prazo determinado de tempo.

Home broker
Ambos os entrevistados, no entanto, concordaram que o home broker é a melhor ferramenta para introduzir os jovens na bolsa. Ele permite o envio de ordens de compra e venda de ações e outros ativos pela internet, possibilita acesso às cotações e acompanhamento de carteiras de ativos, entre vários outros recursos.

“O jovem poderá treinar de onde estiver, de forma gradual e sem pressa. Com muito foco no conhecimento e em adquirir experiência, para com o tempo conseguir dominar o emocional, que é nosso principal adversário nas operações com ações”, destacou Martins. “Tão fácil quanto olhar um extrato da conta-corrente no bankline”.

Quando optar por esta ferramenta, Magalhães explicou aos pais que o ensinamento sobre o que é a bolsa deve ser pré-investimento. Desta forma, à medida que o jovem tiver mais experiência, pode-se começar a dar certa quantidade de dinheiro para que ele comece a operar sozinho.



 
Referência: InfoMoney
Autor: Flávia Furlan Nunes
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