Clique aqui para ir para a página inicial
 

Pular Links de Navegação
»
Home
Contato
Calculadoras
Consultoria
Conteúdo
Cotações
Perfil/Testes
Serviços
Parceiros
Mapa site
[HyperLink1]
Cadastrar
 
    
Você está em:   IGF Modelos de documentos Petição Civil e processo civil Contestação à ação de indenização por acidente de trânsito (02)

Petição - Civil e processo civil - Contestação à ação de indenização por acidente de trânsito (02)


 Total de: 15.244 modelos.

 
Contestação à ação de indenização por acidente de trânsito, sob alegação de culpa exclusiva do autor.

 

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA ..... VARA CÍVEL DA COMARCA DE ....., ESTADO DO .....

AUTOS Nº .....

....., brasileiro (a), (estado civil), profissional da área de ....., portador (a) do CIRG n.º ..... e do CPF n.º ....., residente e domiciliado (a) na Rua ....., n.º ....., Bairro ....., Cidade ....., Estado ....., por intermédio de seu (sua) advogado(a) e bastante procurador(a) (procuração em anexo - doc. 01), com escritório profissional sito à Rua ....., nº ....., Bairro ....., Cidade ....., Estado ....., onde recebe notificações e intimações, vem mui respeitosamente à presença de Vossa Excelência apresentar

CONTESTAÇÃO

à AÇÃO DE REPARAÇÃO DE DANOS POR ACIDENTE DE TRÂNSITO, movida por ....., brasileiro (a), (estado civil), profissional da área de ....., portador (a) do CIRG n.º ..... e do CPF n.º ....., residente e domiciliado (a) na Rua ....., n.º ....., Bairro ....., Cidade ....., Estado ....., pelos motivos de fato e de direito a seguir aduzidos.

DOS FATOS

Reclama a autora, Sra. ...., a importância de R$ .... (....), devidamente corrigidos, como indenização pelos danos oriundos de acidente de trânsito ocorrido em .... de .... do ano que passou, por volta das .... horas, ao pressuposto de que o primeiro reclamado fosse o responsável pelo ocorrido.

Não são verdadeiras as afirmações da autora desde o princípio até o final.

Nem o condutor do veículo marca ...., placa ...., de propriedade da .... foi o responsável pela colisão, nem os danos causados no veículo da reclamante poderiam alçar aos valores trazidos à colação através dos orçamentos anexos ao processo.

A estória contada no pedido inicial é irreal.

O motorista requerido não agiu com imprudência ou imperícia, muito menos foi negligente, antes muito pelo contrário, a pequena colisão se deu em função de ato de imprudência da condutora do veículo autor.

Na realidade vinham ambos os veículos circulando na mesma direção, na Rua ...., sentido ...., o requerido pela direita e a autora pela esquerda.

Esta, com a intenção de virar à direita, na Rua ...., sentido ...., cruzou a frente do motorista; quando ainda não havia completado a manobra, freiou bruscamente em razão de o sinal haver fechado, havendo mais veículos a sua frente, que evidentemente já havia interrompido o movimento; o motorista requerido que estava mantendo distância prudente do veículo que lhe antecedia, não pode evitar o choque de pequena monta na ponteira do pára-choque lateral esquerdo do .... ano ..., aproximadamente, que se havia introduzido à sua frente intempestivamente e indevidamente, no afã de realizar o curso que tinha em mente, sem levar em consideração o risco.

Como já afirmado, da colisão resultou dano de mínima monta, sem qualquer interrupção no fluxo normal dos veículos, não tendo parado ninguém, absolutamente, na ocasião.

A reclamante, bastante nervosa, recusou-se a apresentar ao motorista requerido seus documentos e os do veículo por ela conduzido, tendo-lhe parecidos que não estava devidamente habilitada.

A princípio, como somente havia caído e quebrado a ponteira do pára-choque da autora e na ambulância absolutamente nenhum toque por menor que fosse, o motorista, no temor de ter complicações junto à empresa em que trabalha, ofereceu-se para pagar o valor da ponteira e sua colocação.

A autora chegou a acompanhá-lo até a clínica e Pronto Socorro Central mas ao ali entrar arrependeu-se e foi embora sem sequer dizer o que quer que fosse.

Passadas algumas horas retornou já acompanhada de um senhor, de péssimo comportamento, que aos gritos chamou o motorista e o diretor da clínica, numa demonstração de não haver estado nunca em um ambiente hospitalar e não ter muita noção de educação.

Então começou a exigir valores totalmente disparatados, dizendo que teria de pintar toda a traseira e mais um sem fim de barbaridades e que iria à justiça.

Evidentemente achou uma boa oportunidade de sacar alguma vantagem da pequena colisão, a autora, quando viu que havia possibilidades econômicas da clínica proprietária do veículo requerido, recorreu ao Senhor de fino trato.

Evidentemente o motorista disse que somente havia sugerido pagar a ponteira do pára-choque e sua colocação para evitar problemas com seu emprego mas que não se submeteria a tal disparate.

Nunca mais foi procurado a não ser agora, em Juízo.

Isto ocorreu.

DO DIREITO

Impugna, pois, com veemência a versão da autora com relação ao acidente, embora, da leitura da mesma se possa extrair que o choque foi de pequena monta pois segundo ela todos os veículos estavam parados à espera do sinal abrir e a colisão somente se deu porque todos os veículos seguiram o primeiro da fila que furou o sinal fechado; impugnados os orçamentos apresentados.

É uma estória estranha não?

Ao que nos parece os condutores devem fixar sua atenção no sinal à sua frente e não acompanhar a procissão sem outros cuidados.

Ao prevalecer então a versão da autora a culpa no mínimo seria concorrente e não exclusivamente do condutor.

Cabe aqui também frisar que a batida não foi na traseira da mesma e sim na lateral traseira, não atingindo a lataria e sequer danificando o normal funcionamento do farol.

DOS PEDIDOS

Do exposto, Senhor Juiz, e do mais que nos autos virá, requer ao final seja julgada improcedente a ação ou no máximo seja a culpa recíproca.

Coloca também o primeiro requerido, por pertinente, que sequer sabe se a ora autora era a condutora do veículo em questão, vez que esta se recusou a apresentar qualquer documento, seja seu ou do carro.

Não houveram testemunhas oculares do acidente, razão pela qual de nada servirão os depoimentos das testemunhas trazidas à colação pela autora, desde já impugnadas.

Protesta pela produção de todo o gênero de provas em direito admitidas, requerendo a improcedência da ação e a condenação da autora nas custas processuais e honorários advocatícios.

Prova testemunhal na pessoa da Sra. ...., ex administradora da Clínica requerida, que comparecerá independente da intimação.

Depoimento pessoal da condutora do veículo e autora, que deverá apresentar aos autos Nota Fiscal Fatura do conserto do veículo em questão.

Prova pericial no veículo da autora, se necessário se fizer.

Nesses Termos,
Pede Deferimento.

[Local], [dia] de [mês] de [ano].

[Assinatura do Advogado]
[Número de Inscrição na OAB]


Veja mais modelos de documentos de: Petição - Civil e processo civil
Embargos de declaração com efeito infringente
Ação de obrigação de fazer visando ao procedimento de escritura do imóvel
Ação de dissolução e liquidação de sociedade por quotas de responsabilidade limitada
Agravo de instrumento interposto de decisão que rejeitou in limine o recurso de Apelação
Pedido de expedição de alvará para levantamento de valores depositados pelo devedor
Pedido de nulidade de certidão de nascimento em face de duplicidade de registros
Ação de exoneração de fiança (03)
Ação de indenização onde o autor teve cheque devolvido sob alegação de sem fundos e possuía saldo
Exceção de pré-executividade em função de citação inválida
Ação de resolução de contrato de compra e venda
Concessão de prazo em dobro para recorrer
Ação anulatória de venda de bem de ascendente a descendente