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Negócios / Empreendedorismo - Qual o melhor local para se realizar treinamentos? 

Data: 17/09/2007

 
 

Investir no desenvolvimento de colaboradores, tornou-se quase que uma regra para as organizações que desejam sobreviver ao acirrado mercado globalizado. No dia-a-dia corporativo, já virou rotina a realização de cursos e treinamentos que visam a capacitação profissional. No entanto, em alguns casos, um fator tem deixado de ser levado em consideração pelos organizadores desses eventos: o local onde serão realizados.

Pesquisa realizada, recentemente, pelo Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (IADI/São Paulo) mostrou que uma ambientação adequada é essencial para que o público possa se concentrar e principalmente, assimilar o que está sendo exposto. "No geral, empresas e profissionais escolhem um curso levando em conta apenas o tema de interesse, o currículo do instrutor ou o status da instituição responsável, esquecendo-se o tipo de palco do evento que é tão importante quanto o conjunto instrutor/conteúdo", comenta Dieter Kelber, diretor-executivo do IADI.

Segundo Kelber, antes de promover algum treinamento o profissional de Recursos Humanos deve considerar algumas variáveis. Quando o assunto em questão é a realização de um curso/treinamento, que pressupõe uma grande transferência de conhecimento, é importante que o local escolhido permita uma concentração total dos participantes em relação à atuação do instrutor. As pessoas, complementa o diretor-executivo do IADI, devem chegar ao local e perceber que vão participar de uma aula, um treinamento e não meramente assistirem a uma "troca de cartões".

É importante que o local escolhido também "cheire" a ensino, a conhecimento, sem que se perca, no entanto, o conforto, o layout agradável e moderno. "Também é fundamental que os equipamentos necessários, como datashow, sejam fixos, permanentes, evitando-se assim que improvisos de última hora possam complicar o transcurso do evento", ressalta Dieter Kelber.

Para evitar a dispersão dos treinandos, é fundamental que a coordenação do treinamento observe o espírito dos participantes em relação ao que lhes foi proposto. Quando de antemão, os treinandos sabem que o ambiente escolhido é uma instalação acadêmica, provavelmente eles esperarão receber conhecimentos nos quais terão que se concentrar. Por outro lado, se o local escolhido como palco for um hotel, isso poderá levá-los a associar o treinamento às boas comidas, ao conforto e até mesmo à diversão.

"Acreditamos também que um excesso de alunos numa sala de aula, com mais de 30 pessoas, contribua para uma dispersão, uma vez que dificilmente o professor conseguirá comunicar-se com todos, de forma a mantê-los concentrados. Numa sala pequena, as pessoas acabam controlando umas às outras de modo que o curso corra sem grandes perturbações. As pessoas se sentem constrangidas de ficar entrando e saindo, por exemplo. Diferentemente de um grande auditório", comenta.

Quanto às estratégias para se conduzir um treinamento, Dieter Kelber defende que os facilitadores e os instrutores devam dominar técnicas pedagógicas de modo a envolver todos os participantes. Por outro lado, isso não é uma tarefa fácil, uma vez que os participantes captam as mensagens de formas distintas e se concentram de várias maneiras.

Ele menciona ainda que trabalhos em grupo, tarefas para serem resolvidas em casa e estudos dirigidos devem fazer parte das metodologias de ensino. Além disso, também é importante introduzir novos conhecimentos, usar ferramentas inovadoras e mostrar o lado prático do aprendizado. "Temos visto muitos cursos que não passam de apresentações. Não entram na profundidade e nem na complexidade dos assuntos, associando-os com o lado prático aplicativo. É importante que os facilitadores tenham o domínio das ferramentas pedagógicas", complementa o diretor-executivo do Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual.

Então, qual seria o local mais apropriado para se realizar cursos e treinamentos? Quando questionado sobre isso, Dieter Kelber defende que os locais ideais, seriam aqueles que combinam salas de aula equipadas com carteiras escolares apropriadas e equipamentos modernos, com espaços para os "coffee breaks" separados, ou seja, com espaços reservados que evitem que outras pessoas que não estejam participando do evento, misturem-se com os participantes.

"O espaço do coffee break não pode ser dentro de uma sala de aula, nem tão pouco num hall de circulação. É importante que todo ambiente denote um conforto e facilidades necessárias, para que os participantes sintam-se motivados a absorverem, com bastante intensidade, os conhecimentos que serão ministrados. Os participantes devem vislumbrar a existência da biblioteca, de local de pesquisas. A mesma situação é válida para espaços de treinamentos dentro das empresas. Devem seguir os mesmos critérios", finaliza Kelber.



 
Referência: rh.com.br
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