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Investimentos / Fundos - Você é um grande investidor? Compare suas opções dentro da renda fixa 

Data: 30/05/2007

 
 
Ser um grande investidor dentro do mercado de renda fixa traz vantagens significativas. Afinal, aplicar valores maiores, a partir de R$ 150 mil, por exemplo, tende a garantir uma rentabilidade também mais elevada.

Ao mesmo tempo, entretanto, contar com um montante maior para aplicar exige uma análise mais detalhada de qual a melhor alternativa para seu dinheiro, mesmo porque novas opções de investimento surgem quando trabalhamos com quantias mais expressivas.

Quais opções?
Entre as possibilidades dentro da renda fixa, podemos destacar: deixar na tradicional caderneta de poupança, aplicar em um fundo referenciado DI, investir em títulos públicos por meio do Tesouro Direto, comprar um CDB ou tornar-se cotista de um FIDC.

Avaliar de forma objetiva como vem se comportando cada uma dessas alternativas pode ser uma boa maneira de determinar qual delas se apresenta como a mais apropriada para engordar sua carteira.

Caderneta de poupança
Comecemos pela poupança. A aplicação tida como excessivamente conservadora vem ganhando atratividade à medida que a taxa Selic diminui. Diferentemente de formas de investimento na renda fixa, a caderneta de poupança não tem vínculo direto com o juro básico da economia brasileira, mas, sim, à TR (Taxa Referencial).

As aplicações em poupança vêm oferecendo retorno médio mensal de cerca de 0,65%. Este ganho é líquido, pois sobre este investimento não há incidência de Imposto de Renda ou de qualquer outra potencial taxa.

Fundos DI
Se para o pequeno investidor a poupança vem se mostrando mais atrativa do que os fundos referenciados DI, o mesmo não vale quando se trata da aplicação de um elevado montante de recursos.

Considerando os fundos DI com aplicações mínimas entre R$ 150.000 e R$ 200.000 dos três maiores bancos brasileiros, a rentabilidade média oferecida no mês de dezembro foi, em termos brutos, de 0,90%.

Se o prazo da aplicação for superior a seis meses mas menor do que um ano, há cobrança de uma alíquota de 20% de Imposto de Renda sobre o rendimento líquido. Sendo assim, o retorno líquido desta forma de investimento foi 0,72% no mês passado, superando o oferecido pela poupança.

CDB
Contudo, em momentos de juros em queda - como o atual - recomenda-se estar mais exposto a ativos prefixados vis-à-vis pós-fixados. O argumento é simples: ao ter um título prefixado, já sei o quanto irei receber quando do vencimento do papel, estando protegido das reduções adicionais no juro.

No entanto, para um grande investidor, comprar um CDB de 30 dias pode ser menos rentável do que aplicar em um fundo DI. Para um CDB a partir de R$ 50 mil, considerando uma taxa média para os três maiores bancos do país, o retorno fica próximo a 94% do CDI.

Desta forma, a rentabilidade bruta deste CDB seria de cerca de 0,88% ao mês. Assumindo renovação até o final do ano, devemos abater 20% sobre os rendimentos líquidos correspondentes a Imposto de Renda. Assim, o retorno líquido desta aplicação acaba sendo de 0,70% ao mês, levemente abaixo dos fundos DI.

Neste caso, a maior atratividade relativa dos fundos deve-se ao fato de que, para montantes expressivos, as taxa de administração cobradas são bem menores.

Comprando títulos públicos
Com popularidade crescente no Brasil, uma outra alternativa seria a compra de títulos públicos por meio do Tesouro Direto. Aqui, o investidor financia de forma direta a dívida pública federal, livrando-se das taxas de administração cobradas pelos fundos de investimento.

Neste universo, uma possibilidade é adquirir uma LFT (Letra Financeira do Tesouro), papel pós-fixado e vinculado à taxa Selic. Admitindo o período de 30 dias encerrado em 24 de janeiro, as LFTs com vencimento em 18 de junho de 2008 - de prazo curto - ofereceram rentabilidade bruta de 1,01%.

Sobre o Tesouro Direto, são cobradas uma taxa anual de custódia de 0,4% pela CBLC e uma de serviço de aproximadamente 0,5% ao ano - foi considerada a taxa cobrada pelo Banco do Brasil, líder no ranking do Tesouro Direto. Supondo um prazo de investimento maior do que seis meses e inferior a um ano, também incide uma alíquota de 20% de IR.

Depois de tais abatimentos, chegamos a uma rentabilidade mensal líquida próxima a 0,74%, a maior entre as opções analisadas até aqui.

FIDCs no topo
Mas não se precipite! O Tesouro Direto, embora uma opção interessante, não é a alternativa mais rentável dentre as aqui propostas. Existem Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) oferecendo retorno próximo a 110% do CDI. Como exemplo, usamos os FIDCs Exodus da Gradual Corretora, uma das poucas instituições que atuam neste segmento que disponibiliza informações detalhadas de rentabilidade em seu website.

A 5ª Distribuição de Cotas Sêniores da 1ª Série dos FIDCs Exodus, por exemplo, rendeu 116% do CDI em 2007, considerando dados disponíveis até o dia 15 de janeiro.

Em média, porém, a rentabilidade bruta tem sido próxima a 110% do CDI, ou cerca de 1,03% em trinta dias. Como a tributação é, neste caso, equivalente a de um fundo de investimento tradicional, para aplicações de prazo superior a seis meses e menor do que um ano, também deve-se abater 20% sobre o rendimento líquido a título de IR

Feita a dedução tributária, chegamos a uma rentabilidade líquida mensal ao investidor de 0,82%, deixando para trás as todas as outras alternativas analisadas. Vale sempre lembrar, porém, que os FIDCs não apresentam elevada liquidez, o que pode ser um fator muitoi importante para alguns investidores.

Um resumo

 
Aplicação Rentabilidade Bruta Mensal Rentabilidade Líquida Mensal
Poupança 0,65% 0,65%
CDB 0,88% 0,70%
Fundos DI 0,90% 0,72%
LFT 1,01% 0,74%
FIDCs 1,03% 0,82%


 
Referência: Administradores.com.br
Autor: Infopessoal
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